Navio atacado por piratas é encontrado, mas policial segue desaparecido

Redação Por: Redação

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Publicado em 01/11/2018 17:02h

Navio atacado por piratas é encontrado, mas policial segue desaparecido

Foto: Reprodução

Um navio com 150 passageiros foi atacado por piratas no início da noite da última quarta-feira (31) quando fazia um viagem de Breves ao Jarí, no Rio Tajapuru, próximo a Vila Liverpool, região do Marajó. A embarcação foi identificada como “Iluminado”.

Equipes da Superintendência de Breves e o Grupamento Fluvial (Geflu) foram ao local após receberem denúncias e pedido de ajuda. Após buscas pelas ilhas e imediações, a embarcação foi localizada no rio Ituquara, por volta de 1h da manhã. Foram recuperados também, boa parte do material subtraido.

Um policial civil do Amapá que teria pulado do barco com sua arma ainda não foi localizado. O delegado de PC Diego, de Breves já teria acionado o CBM Breves para fazer as buscas. Além disso, deve ouvir as vítimas e testemunhas, euquanto outra equipe tenta localizar os criminosos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), ainda não é possível ter qualquer tipo de atualização por parte da tripulação na manhã desta quinta (1) por conta da falta de redes de telefonia na localidade.

Agressões

No entanto, em contato com o DOL, por telefone, um familiar de um dos passageiros contou que os 'piratas', além de roubarem todos os pertences, foram muito agressivos com a tripulação e, principalmente, com o comandante, que teria levado uma coronhada na cabeça.

Disse também que uma equipe policial chegou à embarcação na madrugada desta quinta (1) e que, mesmo após o ataque, foi considerado seguir viagem, mas por falta de combustível decidiram voltar para Breves.

“Ao que parece, esses mesmos piratas que invadiram o ‘Iluminado’ foram os que atacaram o [navio] Luiz Eduardo no dia das mães. Eu tava lá com os meus filhos quando eles roubaram todo mundo”, relembra.

Angústia

Outras pessoas, que possuem parentes dentro do navio, buscam informações sobre o caso. “Meu cunhado trabalha no ‘Iluminado’ como enfermeiro. Meu marido está desesperado querendo saber como está a situação. Somos de Belém e a rotina dele é sair daqui nas terças e voltar no domingo”, contou uma internauta ao DOL, também por telefone. “Ele trabalha lá há dois meses e essa seria a última viagem porque ele recebeu uma nova proposta de trabalho para outra embarcação”, desabafou.

Fonte: DOL

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